13 de dezembro de 2020

E se não houver o pão diário ..

O que você anda pedindo em sua oração diária? Tem alguns dias que eu venho pensando nisso. 

Este ano de 2020 foi muito difícil para a maioria das pessoas; é um ano que se deseja esquecer. E, em consequência, existe muita esperança para o ano seguinte.

Nesta manhã, eu li o Evangelho de João, capítulo 6, versículos 25 à 41.

O povo que seguia Jesus, em sua maioria, eram pessoas que precisavam de um conforto físico: trabalhadores que ganhavam salários baixos para seu sustendo diário. Seguiam Jesus porque eles ouviram falar do milagre da multiplicação do pão  e dos peixes - alguns presenciaram esse milagre. 

A necessidade alimento material é real. Porém, Cristo veio para nos dar algo mais substancial além da vida material. É preciso enxergar além daquilo que se vê, pois existem pregações que focam somente nesta vida: você precisa de riqueza, você precisa de um carro, você precisa de um guarda-roupas novo, de uma viagem que irá causar inveja em todos etc...exigindo isso de Cristo. Mas não foi para isso que o sangue do Cordeiro foi derramado. 

Eu não acho errado que se tenha bens físicos, mas não foi por isso que o sangue do Cordeiro foi derramado. O Cordeiro de Deus foi crucificado para que a vida eterna estivesse ao alcance de todos aqueles que buscam: o pão espiritual não está no carro novo, na blusa nova, no corte de cabelo, em um relacionamento amoroso...O pão espiritual está em Cristo, nos seus ensinamentos de amar a Deus de todo o coração, alma e entendimento e amar ao próximo como a si mesmo.

Mais uma vez eu escreverei: não é errado ter coisas materiais, mas não foi para essas coisas terrenas que Cristo veio ao mundo.

Tem um livro que eu gosto muito que se chama "O Caminho do Coração" de Ricardo Barbosa de Sousa; neste livro há um trecho - que infelizmente não lembrarei na íntegra - que diz o seguinte: se não houver cura, se não houver promoção no trabalho, se não houver carro novo, ...se for apenas Deus.

Se for apenas Deus, você o seguiria? 




 

27 de setembro de 2018

Gênesis 1 - 7 ..

Cheguei ao término da leitura do capítulo 7 de Gênesis. 

E, para uma pequena reflexão, eu achei que em sete capítulos houveram muitos começos.

Gênesis 1. 26 - 28: a formação do homem e da mulher; e, também o capítulo 2 trará uma outra ideia de formação do primeiro casal. 

O segundo começo aconteceu após a expulsão do Jardim (3.23-24) e também o capítulo 4:17 mostra Caim recomeçando a vida após o homicídio do irmão; e o capítulo cinco retrata toda a descendência de Adão até chegar a Noé.

E Noé construiu a Arca e tudo acabou.

Quantos começos. Tudo começa em um Jardim perfeito no Éden e termina na água do dilúvio. E, no meio desta história houve um começo para cada situação: o homicida teve seu começo longe das terras da família - e dele vieram artistas com dons específicos (4.20-22) porém, a marca que o protege da vingança alheia ainda simboliza o mal que cometera seu ancestral (4.23-24).

E, com a multiplicação do povo, uma nova raça chegou a coabitar com os homens: os filhos de Deus (capítulo 6). E só segundo versículo já me instigou buscar leituras e traduções que possam elucidar à mim o que seriam os "filhos de Deus". 

E durante essa miscelânea de gente, Deus decide que o homem deve morrer - menos um (e com ele sua família).

E, então, Noé aceita seu destino e constrói uma Arca para colocar alguns animais que serão salvos do grande dilúvio.

Somos seres estranhos, hein, leitor! Não gostamos da atitude de Caim mas mesmo de Adão não chegou a brotar mais do que um fruto que fosse de agradável sabor. 
Admita, somos corruptos, fracos, mesquinhos ..e ainda pensamos que somos bons.