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12 de setembro de 2013

A Casa Favorita..

No fim de agosto, eu fui convidada para levar um estudo bíblico para alguns jovens/adolescentes da igreja do bairro Jativoca (Jlle/SC)em um retiro promovido por eles.

Antes do estudo começar, como é costume, houve um momento de louvor. Entre as músicas, uma delas chamou minha atenção e vem martelando na minha cabeça desde semana passada: chama-se "Casa Favorita". Esta canção é do grupo gospel "Filhos do Homem"; segue letra;

Encontra em mim ó Deus, algo de valor
Quero atrair tua presença.
Tua misericórdia, oh Deus de Israel
Enche o templo com tua glória

Restaura a casa caída de Davi
Para que os povos saibam
Há um Deus em Israel, Yeshua!

Eu quero ser um lugar
Onde você gosta de estar.
Eu quero ser tua casa favorita
Quero ser o teu altar.

E, pensando nesta música, eu lembrei de uma outra casa, ou melhor, casas e de uma reforma.

As casas são bem conhecidas popularmente: As dos Três Porquinhos. Como eu adoro contos de fadas, permitam-se contar este:

Os personagens do conto são três porquinhos - Prático, Heitor e Cícero - e um lobo (lobo mau), cujo objetivo era devorar os porquinhos. Ao decidirem sair da casa de sua mãe (em algumas versões, da avó - lembrando que em algumas versões, eles recebem uma herança de sua mãe/avó para assim poderem construir as casas) eles foram construir cada um a sua própria casa.
Cícero, o mais preguiçoso, não se queria cansar e construiu uma cabana de palha. Heitor, decidiu construir uma cabana de madeira, enquanto Prático optou por construir uma casa melhor estruturada, com cimento e tijolos. Como a sua casa demorou mais tempo para ser construída, Prático muitas vezes via os irmãos se divertindo enquanto se esforçava para terminar o trabalho.
Um dia o lobo surgiu e bateu na porta da casa de Cícero, que se escondeu. Mas o lobo, com um sopro forte, desfez a casa. Enquanto Cícero fugia, o lobo foi bater na porta de Heitor e, com dois sopros fortes, destruiu também a cabana de madeira.
Heitor fugiu para a casa de Prático, onde já se encontrava Cícero. O lobo então foi à casa de Prático e tentou derrubá-la, sem sucesso. Após muitas tentativas, o lobo decidiu esperar a chegada da noite.
Quando anoiteceu, o lobo foi tentar entrar na casa descendo pela chaminé, mas começou a sentir cheiro de queimado. Era Prático que, com uma panela estava a queimar a cauda do lobo. O lobo então fugiu assustado e nunca mais voltou,e eles viveram felizes para sempre.
fonte: Wikipedia.org

Além das casas, esta música me lembrou de uma reforma. Esta reforma encontra-se na Bíblia Sagrada, no Antigo Testamento, em 2 Reis 23: 1 - 3

Então o rei convocou todas as autoridades de Judá e de Jerusalém. Depois o rei subiu ao templo do Senhor acompanhado por todos os homens de Judá, todo o povo de Jerusalém, os sacerdotes e os profetas; todo o povo, dos mais simples aos mais importantes. Para todos o rei leu em voz alta todas as palavras do Livro da Aliança, que havia sido encontrado no templo do Senhor.
O rei colocou-se junto à coluna real e, na presença do Senhor, fez uma aliança, comprometendo-se a seguir o Senhor e obedecer de todo o coração e de toda a alma aos seus mandamentos, seus preceitos e seus decretos, confirmando assim as palavras da aliança escritas naquele livro. Então todo o povo se comprometeu com a aliança.

O rei Josias foi o primeiro "rei bom" depois de uma longa lista de "reis maus". O que isso realmente quer dizer? Isto que dizer que depois de vários reis pagãos, finalmente, Jerusalém teve um rei devoto APENAS à Javé.

Ele fez o que o Senhor aprova e andou nos caminhos de Davi, seu predecessor, sem desviar-se nem para a direita nem para a esquerda. (2 Reis 22:2)

Amom, antecessor de Josias, governou dois anos e, por ser querido pelos seus súditos e povo, foi morto pelas mãos deles. Josias, então, assumiu o trono de Jerusalém aos oito anos de idade. Possivelmente, Hilquias, o sumo sacerdote, tutelou o infante até a idade de este assumir o trono.

Fato é que Josias estava afim de uma reforma no templo de Javé. Literalmente, uma reforma. Mandou Hilquias cuidar dos pormenores e, enquanto fazia isso, seu brado (talvez tenha bradado) de "ACHEI O LIVRO DA LEI NA CASA DO SENHOR" chegou até Josias. A partir desta "novidade", outra reforma começou. Tudo e todos que não estavam ligados à Javé, foram varridos para fora do templo. E sua reforma abrangeu todo o país e vizinhança. Durou a reforma dez anos - até a morte tola e prematura de Josias. E, então, Jerusalém foi submetida a mais um rei pagão.

Uma música e dois histórias e uma aplicação!

Assim como o templo em Jerusalém precisou de uma reforma (física e espiritual), nós, como separados por Deus para ser luz no mundo, sermos o sal da Terra, precisamos de uma reforma, também, e diária. Precisamos tirar tudo aquilo que não condiz com uma atitude cristã: vícios, superstições, pensamentos turvos, etc. O pó precisa ser retirado (não acumular mãos pensamentos), o pecado deve ser confessado (para aliviar a alma e o espírito).
Precisamos dar bons frutos e, em principal, cultivar o fruto do Espírito Santo (Gálatas 5:22) em nós. Esta "Casa de Davi" - desta casa que nasceu Cristo - precisa estar arejada com o vento do Espírito e coberta com um telhado resistente e, fundamental, estar alicerçada na Palavra de Deus; e, esta foi a glória do reino de Josias: encontrar o livro da Lei e firmar o sei reinado nele.

Do mesmo modo que os três porquinhos construíram suas casas conforme a vontade de cada um, eu pergunto: como está a nossa "Casa de Davi" - o templo do Espírito Santo.

Será uma casa de palha, que tem vícios que corroem a vida espiritual cristã: que não permitem o florescimento do Fruto do Espírito. Talvez, nesta casa, a leitura da Bíblia seja negligenciada - tendo somente a Bíblia como enfeite, aberta em um salmo. Esta vida espiritual é muito precária e frágil; fácil de ser derrubada por tempestades, ou, por um simples sopro de um lobo.

A casa de madeira já é algo um pouco mais firme que a anterior. Talvez, os moradores desta casa frequentem a igreja para que todos os vejam; talvez, compartilhem "coisas de Jesus" em páginas sociais. Porém, a leitura da Bíblia em casa não importa. Para os moradores desta casa é importante manter a boa conduta somente enquanto estão no meio eclesiástico e, longe dali, tudo volta ao "normal". Mas, também, esta casa é derrubada por um sopro de lobo.

A terceira casa é diferente. Tem um alicerce bem feito, é forte e feita com dedicação e com cuidado. De forma espiritual, esta casa tem prazer em servir ao Senhor, busca um relacionamento verdadeiro com Deus e com o próximo. As pessoas que moram nesta casa confessam sua fraqueza, buscam e oferecem perdão. Seus frutos são doces e saborosos pois a terra de seus corações é fértil. Nenhuma tempestade surpreende os moradores desta casa pois a casa está bem alicerçada. O pó é varrido, o lixo não fica escondido nos cômodos, é uma casa bem iluminada; tudo o que desagradável é jogado fora.

Então, lhe pergunto, anônimo leitor, qual destas casas é a sua? E, qual destas casa você quer ser?

Se queremos ser a "casa favorita", como diz a canção, qual destas moradias devemos ser?

That's all folks!


9 de maio de 2012

"...cuida e não deixa ninguém entrar"

Eu sou apaixonada por séries de televisão. Se eu gostar mais acabo me tornando uma pessoa sem convívio social (hehe)!
Tem séries que eu não deixo de assistir: Supernatural, Grimm, The Big Bang Theory, Two and a Half Men; sem contar que tenho algumas minisséries também: Orgulho e Preconceito (Jane Austen), Norte e Sul (Elizabeth Gaskell), Jane Eyre (Charlotte Brönte) - que eu assisto repetidamente!
E, por mais que curta assistí-las, e mesmo que saiba que elas têm um "pé" com a realidade, eu não acredito que elas sejam verdadeiras. Eu não acredito que Supernatural é a expressão do verdadeiro mundo sobrenatural. Eu sei que a série Grimm não é a verdadeira história dos irmãos Grimm etc. É uma distração, e não um modo de vida!

Já que citei Grimm, quero contar uma história famosa dos irmãos: A Branca de Neve.
Curiosidade: uma amiga me contou que os irmãos Jacob e Wilhelm eram luteranos. Gente boa! :)

A história: Certa rainha grávida, durante o inverno, bordava enquanto grossos flocos de neve caíam. Ao bordar, picou o seu dedo com a agulha e viu três pingos de sangue caírem na neve alva e desejou que sua filha tivesse a pele branca como a neve, fosse corada como o sangue e tivesse cabelos negros como o ébano.
E seu desejo se realizou, e sua filhinha se chamou Branca de Neve.
Infelizmente, a rainha faleceu quando sua filha ainda era muito pequena. Seu pai casou-se novamente (homens!) com uma jovem mulher muito vaidosa. A nova rainha tinha um espelho mágico que consultava sempre que lhe desse vontade:

"Diga-me espelho, sê verdadeiro
Entre todas no reino, aqui e além,
Existe mais bela? Revela-me quem".

A resposta sempre alegrava a vaidosa rainha: ela era a mais bela de todos os reinos.
Porém, a rainha não contava que uma rival crescia em seu meio; e aos sete anos idade, despontando em beleza, Branca de Neve tornou-se suprema em formosura!

Foi aí que a rainha ordenou que seu criado matasse a infante. Como sabemos, o criado não exterminou com a vida da jovem, mas abandonou-a em meio a floresta e à sua própria sorte.

A menina andou por vários lugares até encontrar uma pequena casa onde habitavam sete anões. Ao chegar ela comeu, bebeu e escolheu uma cama para dormir.
Os anões, ao verem seus bens usufruídos, indagaram-se sobre quem havia feito aquilo! A resposta estava dormindo na cama de um deles.

A menina contou-lhes a sua história e os anões a alertaram:

"A rainha logo descobrirá onde estás, portanto cuida e não deixa ninguém entrar".

Lá estava rainha defronte seu espelho mágico quando ouviu a resposta que lhe trouxe ódio ao coração:

"És bela, rainha, encantadora por demais;
Porém, além das montanhas, à sombra da verde floresta,
Com sete anões, em morada modesta,
Lá se esconde Branca de Neve, e esta
É mais bela que tu, rainha, muito mais"

A raivosa rainha disfarçou-se de velha vendedora e foi bater na porta da distraída enteada.

Branca de Neve achou a velhinha simpática e deixou que ela entrasse na casa dos anões. Vendedora com era, logo quis trocar a fita do espartilho da jovem, e o apertou tanto que a menina perdeu o fôlego. A megera foi voltou ao castelo feliz por deixar a enteada sem vida no chão da humilde casa.
Porém, sua alegria durou pouco. O seu espelho voltou a repedir a infame afirmação que Branca de Neve ainda era muito mais bela do que ela.
Os anões chegaram a tempo de desfazer o feitiço da madrasta, e a menina voltou a respirar suavemente. Alertaram-na, novamente para não permitir que ninguém penetrasse na casa.
Como os jovens são imprudentes, hein! Lá veio a velha vendendo uma linda tiara. Branca de Neve não resistiu e colocou-a na cabeça. Assim que o fez, desmaiou! A rainha foi embora, os anões retornaram mais cedo e a menina foi reanimada.
A rainha estava com um ódio tão grande, que daria sua própria vida para matar Branca de Neve.
Voltou à casa! E mesmo que a jovem não permitisse sua entrada, ela ofereceu uma deliciosa maçã (que não engorda! rs)para a enteada. Aquela maçã brilhava na mão da velha que deixou Branca de Neve com vontade de comê-la! Porém, lembrou-se do conselho dos anões e não quis aceitar! Foi aí que a rainha desferiu seu golpe, dizendo que também morderia a maçã, para provar que não lhe faria nenhum mal! A maçã estava com uma metade envenenada e a outra sã. Adivinha qual metade a megera mordeu?

E Branca de Neve caiu feito morta! A rainha voltou ao castelo e os anões não conseguiram acudir sua bela hóspede!
Por continuar tão linda, corada e com aspecto vivo, eles não enterraram a menina - construíram um ataúde de vidro e montavam guarda ao redor da desfalecida.

Depois de muito tempo, adivinha quem passou? Um príncipe! Sim.. e ele viu aquela moça tão linda que se apaixonou por ela e a quis levar para seu reino. Os anões relutaram, porém, convencidos do amor que o rapaz tinha pela moça, permitiram que ele a levasse. Ao erguer a jovem de seu belo sepulcro, o pedaço da maçã que ficou na boca dela caiu, ela voltou à vida e casou-se com o príncipe e foi viver com ele no seu castelo!

E a rainha? Quando soube, adoeceu e morreu!

FIM!

O que mais chamou minha atenção nesta história foi o aconselhamento dos anões! Insistiram três vezes (nas minhas contas) para que a menina tivesse prudência para não cair nas garras da rainha má!
Lembrei das cartas de Paulo, e lembrei de Timóteo.
O jovem Timóteo recebeu uma ordem de Paulo - seu pai na fé: não permitir que outras doutrinas fossem ensinadas além daquela que o apóstolo ensinou.
Na primeira carta a Timóteo 1: 1-5 Paulo pediu que o rapaz não permitisse que "fábulas ou genealogias intermináveis" tomassem o lugar do ensinamento passado por ele. O apóstolo falava sobre mentirinhas que querem tomar conta do coração do cristão. E sabemos quem é o pai da mentira.

Recordo de uma canção que aprendi no culto infantil:

Toc - toc - toc
Alguém me bate a porta!
Toc - toc - toc
Alguém deseja entrar?
É o mal querendo um lugarzinho!
NÃO! NÃO! NÃO! Você não pode entrar!

E a mentira, e as fábulas (não como esta que contei acima) querem vir de mansinho tomar conta da nossa vida. Querem trazer pequenas dúvidas, questionamentos que com falta de prudência permitimos entrar - era só um lugarzinho que já tomou todo o espaço!

Quantas mentirinhas os jovens ouvem hoje em dia: o amor é algo genérico, ser "de igreja" é ser careta, todo mundo vai para o céu, Deus é bom (é mesmo, eu não duvido, mas também é justo), você é jovem demais - espere para ficar velho e ir para a igreja etc

Você e eu não temos Paulo no nosso cangote dizendo para pregar sobre o verdadeiro evangelho; mas nós temos o evangelho em mãos! Vamos ser como os anões e não desistir de falar, avisar - e mesmo quando acharmos que tudo está perdido, vamos guardar nossos queridos porque ainda há esperança antes da morte!

Não podemos ser ingênuos e achar que em tudo há malícia; mas não podemos ser imprudentes permitindo que as mentiras daquele pai minem a fé em Cristo!

Para tanto, uma vida de fé real, firme, calçada na verdade de Cristo (o amor) deve ser cultivada!

30 de agosto de 2011

Muita calma nessa Hora


Recebi esta história por email. Achei interessante. Tirem suas próprias conclusões. Abraços.


O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em uma cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém. Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas. Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar. Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa. Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: - O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa. 
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: 
- Servi sim senhor!

Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos... Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total. Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente:
 - A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
................................................................

MORAL DA ESTÓRIA
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela estória, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Quem age assim, sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam o levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério...
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.



"NÃO TE APRESSES EM IRAR-TE, PORQUE A IRA SE ABRIGA NO ÍNTIMO DOS
INSENSATOS." ECLESIASTES 7:9 DAS SAGRADAS ESCRITURAS “A pessoa que se
irrita aspira ao tóxico que exterioriza em volta, e envenena-se a si
mesma..”

21 de janeiro de 2010

As Três Árvores

Ganhei este texto de um colega da faculdade, e quero repassar para vocês .. fiquem com Deus ...


Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.


A primeira, olhando as estrelas, disse: “eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada”.

A segunda olhou o riacho e suspirou: “eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas”.

A terceira árvore olhou o vale e disse: “quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas ao olharem pra mim, levantem seus olhos e pensem em Deus”.

Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam.

A primeira árvore acabou sendo transformada num coxo de animais, coberto de feno.

A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.

E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.

Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu bebê nascido naquele coxo de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo...(Lc 2:7).

A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade afundou o pequeno barco, o homem levantou e disse: “PAZ!”. E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra (Lc 8:22-25).

Tempos mais tarde a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo, sentiu-se horrível e cruel. Mas no terceiro dia, o mundo vibrou de alegria e a terceira entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu Filho JESUS CRISTO ao olharem para ela. (Lc 23:33 e 24:1-9).

Quando as coisas não parecem estar acontecendo da maneira que você gostaria, tenha sempre a certeza de que Deus tem outros planos para você. Cada uma das árvores teve o que desejava, mas não da forma que imaginou. Não sabemos dos planos que Deus tem para nós, sabemos apenas que Seus caminhos podem não ser os nossos, mas são sempre os melhores!

24 de novembro de 2009

essa história de perdoar

Já recebi duas ou três vezes um email com o título "Perdoar ou Não - sugestão sensacional". E hoje eu dei um basta nele.
O email vem assim:
"Olha que resposta inteligente.......!!!

PERDOAR OU NÃO...


Perguntaram ao General Norman, do Exército dos Estados Unidos, se ele perdoaria os terroristas do 11 de setembro de 2001 (como os do PCC, os traficantes, os políticos corruptos, os invasores do MST etc.).


A resposta:

Eu creio que a tarefa de perdoá-los cabe a DEUS. A nossa é de simplesmente PROMOVER o encontro".

Mas que coisa mais idiota! .. Como, me digam, COMO posso promover o encontro de alguém com Deus se eu estou longe de Deus ao negar o perdão a outra pessoa???

Eu fiquei enfurecida e respondi para todos:


Acho a resposta dada por esse senhor bem pouco inteligente. 

Se, como cristãos, amamos a Cristo, e seguimos a sua doutrina, o perdão
está incluído.
Pedro questionou Jesus sobre quantas vezes deveria perdoar o seu próximo. Jesus
respondeu, por acaso: Perdoar pertence a Deus?
NÃO! Jesus disse que devemos perdoar 70x7 vezes. 

Quem já orou a oração ensinada por Jesus, o Pai Nosso?
Por mais que muitos não prestem atenção no que estão dizendo,
Jesus disse:
PERDOA OS NOSSOS PECADOS, POIS TAMBÉM NÓS PERDOAMOS A TODO O QUE NOS DEVE. (Lucas 11:4, veja também Mateus 6: 9-13).

É muito confortável receber benção, mas a benção vem da obediência a Deus (Deuteronômio 28).

Não vamos refletir sobre isso, vamos viver isso.


Por favor, vamos fazer o seguinte, quando recebermos essas coisas absurdas,
não fiquemos calados.

Até mais..

14 de julho de 2009

Reflexão


Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim. —João 15:26


Uma mulher comprou um vidro de óleo de fígado de bacalhau para dar ao seu cachorro, para que o pêlo ficasse mais sadio e brilhante. Todas as manhãs, ela forçava os maxilares do cão e colocava o líquido garganta abaixo. O cão lutava, mas ela persistia. Ela pensava: ele não sabe o que é bom para ele! Repetia fielmente o processo todos os dias.
Entretanto, num determinado dia, o frasco escorregou e ela descuidou-se do cachorro por apenas um momento, para limpar a sujeira que caíra. O cachorro cheirou o líquido de peixe e começou a lamber o que ela havia derramado. Na realidade, ele gostava deste óleo de fígado de bacalhau, só não queria ser forçado a tomá-lo!
Algumas vezes, usamos um método semelhante ao falar sobre Cristo a outras pessoas. Nós os “agarramos pelo colarinho” e os forçamos a nos ouvir, é o tipo do intenso confronto cara a cara. Embora nosso desejo sincero seja compartilhar o Evangelho podemos afastar as pessoas. Com nossa tentativa sincera mas demasiadamente entusiasta criamos resistência.
Fomos chamados para compartilhar as boas novas, mas não somos responsáveis se as pessoas aceitam ou rejeitam a Cristo. Não é nossa tarefa convencer alguém do seu pecado. É responsabilidade do Espírito Santo (João 16:8).
Ao falar aos outros sobre o sacrifício de Cristo, seja sensível. Saiba quando ir mais devagar e deixe que Deus e Sua Palavra os convençam a dele se aproximar. —CHK


O Espírito Santo convence para que Cristo possa purificar

5 de dezembro de 2008

João 3:16

Recebi esta mensagem por e-mail, esta manhã, e não pude deixar de compartilhar!

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" João 3:16


Certa vez um casal de missionários na China, durante a rebelião dos boxers, mais ou menos no ano de 1900, foi surpreendido por um bando de soldados a cavalo.

Os missionários, juntamente com seu filhinho de cinco anos de idade, foram amarrados cada uma numa árvore. Um soldado então pôs a chicotear impiedosamente o menino, que fazia tremer seu frágil corpinho.

"Papai, acode-me" Implorava o menino.

Mas o pai estava amarrado e não podia socorrê-lo, mesmo que quisesse arrebatar o chicote do brutal soldado.

E a triste cena continuava, cada vez que o chicote lhe feria o corpo a pobre criança olhava para o pai e dizia em voz cada vez mais débil

"Papai, me acode, papai, me acode pa...pai, me acode pa... pai, pa...pai... me acode..."

Enfim, não resistindo mais a atrocidade desumana sua cabeça pendeu, e ele morreu sem o pai nada poder fazer para acudir seu filhinho.

Quanto esse pai desejou sofrer os açoites em lugar do filho, mas não pode.

Por um verdadeiro milagre, os pais escaparam aos seus algorzes e, quando depois constaram tão dura experiência, disseram:

"Foi naquela hora de ver nosso filho morrer que pudemos compreender melhor o amor de Deus por nós, sim Deus viu também seu filho crucificado em lugar da humanidade e poderia tê-lo acudido, mas não o amparou quando Jesus lhe perguntou: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste, Deus virou seu rosto contra seu filho para poder salvar-nos"

Como é grande o amor de Deus para conosco!

1 de novembro de 2008

Certeza!


Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.

O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.

Ele não pode gritar por socorro para ninguém. Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem. Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.

O menino está naturalmente amedrontado. Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele. Ta lvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras podem vir picá-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta> estoicamente, nunca removendo a venda.

Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem. Finalmente... Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida. Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.


Nós também nunca estamos sozinhos! Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando por nós, 'sentado ao nosso> lado'. Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.


Moral da história: Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele nao esteja com você.

Nós precisamos caminhar pela fé, não com a nossa visão material.