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15 de outubro de 2010

Pregue a Palavra



Bang a Drum {Blaze of Glory - Jon Bon Jovi}

Eu fui ver o pastor
Pra me ensinar a orar
Ele olhou para mim e sorriu
Então se virou
E disse: se quiser Lhe contar algo
Você não precisa juntar as mãos
Diga com seu coração
Sua alma e acredite nisto
E eu disse amém

Pregue a palavra pelos pecadores
Pregue a palavra pelos pecados
Pregue a palavra pelos perdedores
E por aqueles que vencem
Pregue a palavra, pregue alto
Ou quão baixo quanto você precisar
Pregue a palavra para você mesmo filho
E para mim

Meu irmão me chamou
Outro dia, ele disse: John eu vou
Morrer se eu não começar a viver novamente
Eu trabalho dia e noite feito um relógio
Tentando fazer as coisas tomarem rumo
Eu poderia dar um chute no “trazeiro” desse mundo
Se eu conseguisse pelo menos ficar em pé

Eu pregaria a palavra para os que morrem
Pregaria a palavra pela verdade
Pregaria a palavra pela inocência
Perdida em nossa juventude
Pregaria a palavra, pregaria alto
Ou quão baixo quanto você precisar
Pregaria para você irmão
E para mim

Eu não sei para onde rios vão
Eu não sei quão distante, não sei como vem
Mas eu vou morrer acreditando,
Que cada passo que eu dou
Não vale o chão que
Eu caminho
Se nós não caminhamos do nosso próprio jeito

Não, eu não quero ser um sábio
Um poeta ou um santo
Sou apenas um outro homem que procura
Um caminho melhor
Mas meu coração bate alto como trovão
Pelas coisas que eu acredito
Às vezes eu quero correr em busca de proteção
Às vezes eu quero gritar

Pregue a palavra pelo amanhã
Pregue a palavra pelo passado
Pregue a palavra pelos heróis
Que não voltarão
Pregue a palavra pela promessa
Pregue a palavra pelas mentiras
Pregue a palavra pelos amantes
E pelas lágrimas que eles choraram
Pregue a palavra, pregue alto
Ou quão baixo quanto você precisar

Mas enquanto meu coração continuar pregando
Eu tenho uma razão para acreditar

9 de maio de 2010

A Invenção da Mentira !


Meu irmão veio nos visitar neste final-de-semana. Ele foi embora hoje de manhã, e deixou no meu PC alguns filmes.

Fui olhar, hoje, na pasta que ele criou, e vi uns 7 filmes; entre estes eu escolhi para assistir: A Invention of Lying {A Invenção da Mentira}.

Esse filme é narrado por um homem chamado Mark Bellinton. Mark mora em um lugar onde ninguém consegue mentir. Parece legal, porém, as "verdades" são cruéis de ouvir: "Eu não gosto de você porque você é gordo"; "Eu passei a noite procurando na internet formas de suicídio por enforcamento"; "Você é um perdedor" etc. Claro, existem outros tipos de "verdade": "Você é linda"; "Você é um vencedor" etc.
Um belo dia, depois de ser demitido por ser um perdedor e um terrível escritor de filmes, e como consequência ser expulso do apartamento em que morava por não ter dinheiro para pagar o aluguel; Mark vai até o banco sacar o que tem em sua conta: $300 dólares. Porém, o sistema do banco está fora do ar, e a atendente pergunta quanto ele possui em conta. Num instante, Mark responde "$800 dólares". E a atendente lhe dá o que Mark pediu. Então, ele percebe que não precisa somente a "verdade", ele consegue dizer a "não-verdade". Sendo o único com esse "dom", Mark começa a se dar bem na vida: rouba em jogos cassino (ganhando rios de dinheiros), compra uma mansão, é bem-sucedido no trabalho e tudo mais. Sua vida muda. Porém, sua mãe falece, e no leito do hospital, Mark "consola" sua mãe dizendo o que ela vai encontrar na eternidade. E essa é a chave que Mark achou para ser conhecido pelo mundo: Mark inventou uma mentira chamada "Homem do Céu".
A função do "Homem do Céu" é controlar tudo e todos. Ele faz pessoas ficarem doentes, mas também as cura. Mata e dá a cura. Para aqueles que conseguem passar pelo "teste" do "Homem do Céu", Ele dará mansões nos céus etc e tal.

O filme, na minha opinião, trabalha a preocupação com o próximo como uma hipocrisia: sentar e conversar com alguém para passa por problemas é uma grande mentira; porém, a verdadeira Verdade se preocupa com as pessoas e com suas emoções e seu bem-estar. Pessoas verdadeiras cuidam um dos outros por amor. E é isso que falta na "verdade" que é dita no filme: falta amor.
No filme, sair com alguém que não genéticamente perfeito e bem-sucedido é uma perda de tempo, pois ela não lhe trará nenhum benefício futuro: como filhos perfeitos fisicamente.
A verdadeira Verdade não olha para a aparência, Ela vê além daquilo que está no exterior, importando-se com aquilo que está no íntimo. Jesus certa vez falou aos fariseus que eles se preocupavam demais com suas próprias leis e esqueceram o que a Lei de Deus dizia: "Não é o que entra pela boca que contamina o homem, mas aquilo que sai da boca, pois o que sai da boca vem do coração".
A "não-verdade" do filme une casais, dá coragem e traz felicidade para todos, pois todos acreditam que isso é "verdade". As pessoas ficam melhores quando ouvem a "não-verdade", porque a "verdade" é dura demais para trazer alegria.

O filme trata também do "Homem do Céu" {Deus} é uma mentira. Ele foi inventado pelo homem para trazer um "conforto" para aqueles que esperam por alguma coisa depois da morte - para não viverem uma "eternidade vazia".
Porém, a "não-verdade" do "Homem do Céu" é muito verdadeira para algumas pessoas:
- Deus faz uma mãe morrer de câncer;
- Deus faz as crianças nascerem com AIDS;
- Deus faz que mulheres/homens sejam agredidos;
- Deus faz a humanidade morrer de fome etc...

Essa é uma triste verdade em muitas vidas. Infelizmente, eles preferem colocar a culpa em outra pessoa, que tem mais poder do que eles, para fugir da verdadeira Verdade; e se tornarem "donos" da razão absoluta.

Será que Deus tem prazer em ver a humanidade sofrer? Tenho certeza que não. No pecado que aconteceu no Éden, o primeiro casal experimentou a misericórdia e graça de Deus: não foram exterminados ou esquecidos; apenas receberam por aquilo que fizeram.
Não é porque creio em Deus que possuo um escudo ao meu redor dizendo que não ficarei doente, ou serei feliz neste lugar. Estou vivendo em um lugar que está decaindo a cada momento e em todos os sentidos. E isso não é culpa de Deus, mas do homem que não sabe cuidar o planeta.
Se a camada de ozônio é "ferida" a cada desmatamento, a cada queimada, a exposição aos raios fortes do sol trará consequência a minha pele. Isso não é culpa de Deus.
Seu eu me drogar durante a gestação, ou for infectada com o sangue contaminado, meu bebê terá grande chance de nascer com HIV. Isso não é culpa de Deus.
Se o ser humano trata a todos como apenas objetos, continuará a haver violência e fome porque não sabemos amar ao próximo.

Então, muitos acreditam que Deus é uma mentira inventada pelo homem, pois as coisas continuam ruim em um lugar que foi feito por um cara tão poderoso que pode mudar tudo num estalar de dedos.
O mundo começou a decair depois que Deus responsabilizou para o homem cuidar dele. Não sabemos cuidar de onde vivemos.

A boa notícia é que é aqui não é o lugar que Deus tem guardado para nós vivermos. E Ele quer muito que todos desfrutem em um Lugar que é muito melhor que este. Ele quer que moremos junto dEle. Porém, nem todos querem viver lá; e somente aqueles que aceitam o Seu filho como a Verdade poderão morar neste lugar. Sim, é um Lugar VIP.
O filme traz as leis para que todos possam viver a eternidade nas mansões do "Homem do Céu". Jesus também nos dá duas Leis que possibilitam a entrada VIP:
"Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito" [Mateus 22:37] (...) e "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo" [Mateus 22:39].

Deus não é uma mentira. Experimente essa Verdade, siga este Caminho e tenha a Vida ao seu lado!

26 de fevereiro de 2010

Não assisto mais filmes "evangélicos" - por Marcos Botelho

Por isso eu não tiro ele da minha lista... o cara é bom demais...



"Gosto muito de filmes, gosto de sentar e me divertir na frente de uma grande tela com um bom home theater. Dependendo da companhia, posso passar um bom tempo discutindo sobre a visão do diretor, roteiro, etc.

Um tempo atrás algumas pessoas começaram a me falar que tinha uma igreja nos Estados Unidos que estava fazendo filmes de qualidade e que eu deveria assistir. Falei não de cara, pois tenho medo que os evangélicos façam com os filmes o mercado paralelo que fizeram com as músicas.

Até que um dia alguém me emprestou um filme e pela capa pensei: Vamos lá, deve ser bom!

Mas, infelizmente, não foi nada bom. Não pela qualidade do filme, que é razoável, e nem pelas falas, que são fracas, mas pela história que, na essência, não tem a ver com o evangelho, é apenas uma repetição de um roteiro que deu certo lá fora.

O filme é a história de um treinador falido, com um carro que não presta e, que não pode ter filhos, e sei lá mais o que. Um dia ele aceita a proposta de treinar um time de futebol do colégio e tentar a sorte no campeonato importante da região.

Como todo filme, ele encontra muitos obstáculos e gente querendo derrubá-lo. Mas o diferencial é que ele decide evangelizar o time e colocar os princípios evangélicos nos garotos.

Tenho muitos amigos missionários/treinadores que trabalham com esta visão, e sei que esta estratégia é muito boa se for aplicada com discernimento e sabedoria. Pois assim como aí fora os treinadores sempre enfatizam a importância do treino e também da escola, nós, cristãos, colocamos mais uns pontos: Que um atleta completo tem que estar bem fisicamente, mentalmente e espiritualmente.

O que me irrita nos filmes “evangélicos” é que eles pegam exatamente o mesmo roteiro dos outros filmes, mas mudam a carcaça. Da garra, esperança ou sei lá o que para a religião evangélica.

No fim do filme, depois de muita luta e perseguição, pois o treinador colocou disciplinas espirituais nos garotos, eles chegam à final do campeonato em um último jogo emocionante.

E, para o meu desespero, eles ganham o campeonato de um time muito mais forte, ele ganha uma caminhonete novinha animal e, adivinha o quê mais? A esposa dele fica grávida. E os desavisados gritam aleluia!!!

Sei que filmes precisam ter final feliz, mas não é esta a lógica do reino, não foi assim que aconteceu com o mestre. Ele fez tudo certo e foi traído, abandonado e morto.

Podia sim ter um final feliz. Podia ser diferente sim, eles poderiam ter perdido aquele jogo, o treinador ter perdido a cabeça e gritado dentro de seu carro velho para os garotos que não adiantou nada. No outro dia ele indo para a escola veria um estudante que reconciliou com o pai, outro que parou de brigar na rua. Quem sabe os meninos no outro dia treinando bem cedo no campo e falando que a derrota mostrou que o jogo não é tudo e que o que aprenderam vão levar para sempre! Sei lá!

Quando encontramos Cristo não jogamos melhor futebol, nem ganhamos dos que odeiam o evangelho. Aprendemos com o mestre o valor da humildade, do amor, da ética.

Assisto muitos filmes essencialmente cristãos, que me fazem repensar a vida e que exaltam o amor e não a competição, a humildade e não a vitória. Estes eu assisto, mas os filmes denominados “evangélicos”, estes eu não assisto mais".

postado em 6.1.10

12 de junho de 2009

Eu não resisto a uma Declaração de Amor ... ai ai


Ahhh não resisto a uma genuína declaração de amor ... e já que hoje é dias dos namorados, deixarei a declaração de amor melhor declarada, pelo homem mais lindo, perfeito, alto, elegante, charmoso e TDB do MUUUUNDOOO...


livro: Orgulho e Preconceito
Autora: Jane Austen
Ator da Série: Colin Firth ('ti lindo)
Ano: 1995

Darcy ficou sentado durante alguns instantes e depois, levantando-se, pôs-se a caminhar pela sala. Elizabeth ficou espantada, mas não disse nada. Depois de um silêncio de alguns minutos, aproximou-se agitado e disse:
— Em vão tenho lutado comigo mesmo; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente.

19 de outubro de 2008

Vem cá?! Te conheço?

Ontem eu assisti pela primeira vez "As Crônicas de Nárnia". Adorei!
O filme é repleto de mensagens bíblicas implícitas, algumas, na verdade, são bem explícitas.
Muitas foram as cenas que me chamaram a atenção, mas quero deixar aqui apenas uma (por enquanto).
Logo após os três irmãos, Pedro, Susana e Lúcia chegarem no acampamento do Exército de Aslam, Pedro está em pé em uma rocha quando Aslam vem conversar com ele:

(...) - Duvida da Profecia? - pergunta Aslam.
- Não. Esse é o problema. Aslam, eu
não sou o que vocês todos pensam que eu sou.
- Pedro Pevensie, de Finchley. O
castor também disse que queria transformá-lo em chapéu.
(...)
Quando Jesus chama os apóstolos para o seguirem, Ele diz a Pedro:
- (...)Tu és Simão, filho de Jonas,
tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro). [ João 1:42]
Eu não posso dizer que o autor do livro, C.S. Lewis, quis fazer esta comparação, mas foi o que eu entendi dessa cena.
O personagem tinha uma grande batalha a enfrentar, contra pessoas e seres que ele não conhecia. E as pessoas pelas quais ele lutava esperavam dele grandes conquistas. O peso da responsabilidade caiu sobre os ombros do jovem guerreirro, então ele desabafa com o Leão: eu não sou o que vocês pensam que eu sou.
Francamente, não sabemos que nós somos por completo. O Leão, personagem que representava o Leão da tribo de Judá (Jesus Cristo), conhecia a profecia, acreditava nela, e sabia que Pedro era um dos quatro irmãos que livraria Nárnia do inverno em que ela estava.
Quando olhamos para o Evangelho, para a pessoa de Cristo, e que nos chama a viver uma vida santificada, que nos diz que batalhas virão e precisarão ser vencidas para um bem maior (a salvação da humanidade), nós pensamos: Senhor, você sabe quem eu sou?
E o Senhor responde: Eu a conheço, Adelita. Sei quem sãos seus pais porque eu os escolhi. Sei quantas vezes você caiu, quantas vezes permaneceu firme para levantar. Sei mais sobre você do que você mesma e, Adelita, eu escolhi você para levar o Evangelho. Eu a chamo para ser minha discípula.
O chamado para a batalha não é mérito que temos, mas é o Amor de Deus que é maior do que qualquer configuração de amor que possamos achar que conhecemos.
Deus sabe quem você é. E ele quer que você saiba que Ele estará com você "até a consumação dos séculos". (Mateus 28:20).